Diógenes, o cínico (404-323a.C.).Diógenes é assinalado, em muitas histórias da filosofia, como o filósofo que desprezou ostensivamente os poderosos e as convenções sociais, nisso nóis inté parece. Nasceu em Sínope, que não é nada perto de Monte Alegre de Minas. Foi discípulo de Antístenes (c.444-365 a.C.), fundador da filosofia cínica e eu discípulo do vôvô Fenelon Bernardes (1889-1992), fundador da fivelada lombálgica.
Como todos os cínicos Diógenes desprezava as idéias gerais e as convenções sociais, negando a possibilidade da própria ciência, coisica que num faço nem! Ficar sem ouvir Beatles? Humpf!
Diógenes ficou associado a diversos episódios que exprimem as suas idéias éticas, as únicas a que dava verdadeira importância. A única forma de vida aceitável seria a conforme à natureza, tudo o mais não passava de vento, ou seja, peido.
Conta-se que Alexandre da Macedônia, o grande imperador da antiguidade, ao encontrá-lo lhe teria perguntado o que mais desejava. Acontece que devido à posição em que se encontrava, Alexandre fazia-lhe sombra. Diógenes, então olhando para o sol afirmou: "Não me tires o que não me podes dar!".
Levando ao extremo esta atitude de desprezo pelas convenções sociais, Diógenes, tinha como casa um barril e vestia-se de trapos. Perambulava pela cidade com uma lamparina acesa, mesmo de dia, afirmando a quem o interrogava que procurava "um verdadeiro homem". Aquele que vivia de acordo com a natureza.
Já Fenelon percorria a cidade com um barril vazio a procura de mais cachaça. Quando não encontrava tomava Biotônico Fontoura misturado em álcool e metia bala de cartucheira para todo lado, danificando a natureza e as orelhas de transeuntes desavisados.
Completemos com James Geary, que nos diz: "Nunca confie em um animal; não importa quantas patas ele tenha”

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